Cocaína

É uma das drogas ilegais mais consumidas no mundo.
A cocaína é um psicotrópico, pois age no Sistema Nervoso Central, isto é, sua atuação é no cérebro e na medula espinhal, exatamente nos órgãos que comandam os pensamentos e as ações das pessoas. Há dois tipos de envenenamento pela cocaína: um caracterizado pelo colapso circulatório e, o outro, pela intoxicação do Sistema Nervoso Central - o cérebro, que é o órgão da mente.

É uma das drogas ilegais mais consumidas no mundo.
A cocaína é um psicotrópico, pois age no Sistema Nervoso Central, isto é, sua atuação
é no cérebro e na medula espinhal, exatamente nos órgãos que comandam os pensamentos
e as ações das pessoas. Há dois tipos de envenenamento pela cocaína: um caracterizado
pelo colapso circulatório e, o outro, pela intoxicação do Sistema Nervoso Central - o
cérebro, que é o órgão da mente.
A respiração, primeiro é estimulada e, depois decai. A morte advém devido ao colapso cardíaco.
As alucinações cocaínicas são terríveis: no início, um pouco de prazer, mas com o decorrer do
tempo, o usuário pode ouvir zumbidos de insetos, queixando-se de desagradável cheiro de carrapatos;
sente pequenos animais imaginários, como vermes e piolho, rastejando embaixo de sua pele, e as
coceiras ou comichões quase o levam à loucura. Nos casos agudos de intoxicação, pode haver
perfuração do septo nasal, quando a droga é aspirada ou friccionada nas narinas; e queda dos
dentes, quando a fricção for nas gengivas.
A maneira como a cocaína é usada pode ter influência nos efeitos. Quanto mais rápido a cocaína
é absorvida e enviada para o cérebro, maior será a euforia experimentada. O reforço do próprio
uso e a possibilidade de efeitos colaterais também são maiores.
Mascar folhas de cocaína devagar e continuamente. As folhas de coca apresentam apenas o
equivalente a 1% do seu peso de cocaína, portanto são engolidas quantidades relativamente
pequenas ao mascar. Estes fatores contribuem para manter níveis baixos de cocaína no sangue e,
portanto, significamente menos euforia do que a obtida com a cocaína através de outras formas.

A cocaína extraída das folhas e purificada como um sal (hidroclorido). Nesta forma, a
É uma das drogas ilegais mais consumidas no mundo. A cocaína é um psicotrópico,
pois age no Sistema Nervoso Central, isto é, sua atuação é no cérebro e na medula espinhal, exatamente nos órgãos que comandam os pensamentos e as ações das pessoas.

Há dois tipos de envenenamento pela cocaína: um caracterizado
pelo colapso circulatório e, o outro, pela intoxicação do Sistema Nervoso Central - o
cérebro, que é o órgão da mente.cocaína pode ser absorvida por inalação e pode ser injetada.
A inalação (cheirar) produz níveis rápidos e também declives rápidos. Os níveis de cocaína no
cérebro, suficientes para surtir efeitos, são atingidos de 3 a 5 minutos. Os efeitos da injeção
intravenosa são ainda mais rápidos, menos de um minuto.

Fumar produz efeitos em um tempo mais curto ainda do que o da injeção intravenosa, normalmente
abaixo de 10 segundos. Duas formas de base para a cocaína têm sido usadas para fumar - "freebase"
e "crack". Estas formas são quimicamente idênticas, mas são preparadas de forma diferente. "Freebase"
refere-se a base isolada em éter depois de tratada com sal dissolvido em água com amônia. O éter é
evaporada para obter uma droga muito pura e sólida. "Crack" refere-se à forma não salgada da cocaína
isolada numa solução de água, depois de um tratamento de sal dissolvido em água com bicarbonato de sódio.
Os pedaços grossos secos têm algumas impurezas e também contêm bicarbonato. Os últimos estouram
ou racham (crack) como diz o nome.( Fonte: Como agem as drogas, Gesina L. Longenecker,PH.D.
Quark books. Ilustrações de Nelson W.Hee)

Tempo Necessário para alcançar o cérebro através de formas comuns de dependência
Fumar 6-8 segundos
Injeção intravenosa 10-20 segundos
Cheirar 3-5 minutos
Mascar produz um nível mais baixo e estável da droga

Cocaína na gravidez causa perda de neurônios em cérebro de bebê
Segundo um estudo publicado no Journal of Comparative Neurology, o uso de cocaína durante a
gravidez pode resultar na perda de mais de metade dos neurônios do córtex cerebral dos bebês.
Os cientistas estudaram os cérebros de macacos rhesus, mas acadêmicos acreditam que a descoberta
pode ter implicações para os seres humanos, no que se refere aos reais danos fisiológicos para o cérebro
do bebê associados ao uso de cocaína pela mãe durante a gravidez. Metade dos oito macacos usados nos
experimentos nasceu de mães que consumiram 20mg/Kg de cocaína por dia durante o segundo trimestre
de gravidez. A outra metade não recebeu cocaína, mas teve alimentação e cuidados pré-natais similares.
O estudo mostrou que o córtex cerebral dos macacos nascidos de mães que usaram a droga tinha cerca
de 60% menos neurônios e era cerca de 20% menor do que aqueles do grupo controle. "Esse é o primeiro
estudo que mostra claramente a possibilidade da cocaína afetar a estrutura cerebral. Ele mostra que isso
pode ocorrer", disse Michael Lidow, do Programa de Neurociência da Universidade de Maryland,
um dos autores do trabalho.


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